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Blog Bella Vita

7 de outubro de 2009

Domingo tem Caminhada Histórica no Centro

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Santos -Conhecer a história do bairro onde nasceu a cidade em um passeio de três quilômetros. Trata-se da 5ª edição da Caminhada Histórica no Centro de Santos, que será realizada neste domingo (11), com saída às 9h, da Praça Mauá. Uma sessão de alongamento ocorrerá meia hora antes com os participantes.

Serão feitas dez paradas com narração da história dos principais pontos turísticos, como a Bolsa Oficial de Café, a Casa de Frontaria Azulejada e o Palácio José Bonifácio (prefeitura), entre outros, com roteiro elaborado pela Setur (Secretaria de Turismo), que destacou duas guias para o evento.

Na Estação do Valongo, o público poderá conferir a apresentação da Banda Musical Carlos Gomes e, no Pantheon dos Andradas, a Camerata de Violões Heitor Villa-Lobos, ambas da Secult (Secretaria de Cultura). Já no Outeiro de Santa Catarina e nos bondes haverá apresentação do Grupo Folclórico Tricanas de Coimbra, que animará os caminhantes.

A iniciativa é da TV Tribuna, com organização da Kawan Eventos e apoio da prefeitura, e arrecadará doações de um quilo de alimentos não perecíveis para o FSS (Fundo Social de Solidariedade). As primeiras 1.500 pessoas que contribuírem receberão uma sacola alusiva ao evento.

Informações: http://sat.grupoatribuna.com.br/caminhadahistorica2009

Fonte: Jornal da Baixada Santista

6 de outubro de 2009

Mercado imobiliário e sustentabilidade

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A arquitetura sustentável se torna um aspecto cada vez mais primordial na elaboração de projetos para a construção de imóveis das classes C e D, que hoje já podem realizar o sonho da casa própria. Na construção civil, aproximadamente 50% dos materiais de construção são desperdiçados, sendo que 25% se transformam em resíduos e 25% são utilizados para a recuperação da geometria do edifício. Os resíduos da construção, demolição e reformas representam índices altíssimos do volume total dos resíduos urbanos.

Os canteiros de obras são os grandes responsáveis pelo aumento do volume de resíduos e pelos impactos que causam ao ambiente, principalmente por serem levados a lugares inadequados.

Acredito que a utilização de sistemas de energia mais eficientes e menos poluentes, como de coleta e tratamento de água e esgoto, captação de águas pluviais, uma melhor qualidade de ar interno e conforto ambiental, coleta seletiva de lixo, redução da geração de resíduos, são aspectos mínimos fundamentais na hora de definir um projeto.

REGRA

O que era visto como um diferencial no mercado imobiliário começa a virar regra. Uma lei aprovada em julho de 2007 obriga novas edificações a terem tubulação adequada para aquecimento solar da água. Em lançamentos cujas unidades tiverem com mais de três banheiros, a instalação é obrigatória.

Certamente, contemplar estes aspectos da sustentabilidade significa causar um impacto muito positivo na comunidade, bairro, cidade, estado, país e conseqüentemente na melhoria de qualidade de vida das pessoas e futuras gerações.

É importante que haja realmente uma preocupação de todos com o meio ambiente. A sustentabilidade tem como princípios básicos três questões: ambiental ideal, a social e a economicamente correta.

A grande vantagem de entender e trabalhar na direção de nossos ecossistemas é que podemos desfrutar as necessidades presentes sem comprometer a habilidade das gerações futuras em satisfazerem a si próprias.

Porém, todo esse trabalho só terá efeito real se houver conscientização da sociedade em fazer com que isso aconteça. Esses conceitos mínimos, feitos em grande escala, não somente do lado de dentro dos empreendimentos, mas também fora dos portões farão com que nossos ecossistemas entendam que estamos trabalhando em sua direção e não contra eles.

Todos nós podemos incorporar em nossas vidas um padrão de sustentabilidade inicial e perceber que, ao longo dos dias, semanas, meses e anos, esse mesmo processo já será um hábito.

Abordar, portanto, o desenvolvimento sustentável na construção civil é tornar imprescindível a utilização de aspectos mínimos para a sobrevivência não somente para as empresas sob o ponto de vista do mercado, como também, do compromisso social e de toda a humanidade.

Dessa forma, todos passarão a usufruir recursos simples e urgentes, o que dará uma nova realidade para a arquitetura e para a humanidade nos próximos anos.

Temos que ser protagonistas deste grande cenário e transformar a sustentabilidade em uma escola de vida.

Fonte: Gláucio Gonçalves

Novos limites de financiamento pelo FGTS incluirão imóveis fora do “Minha Casa”

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Inicialmente anunciado pelo ministro do Trabalho, Carlos Lipi, para imóveis adquiridos dentro do “Minha Casa, Minha Vida”, a ampliação do valor de imóveis para financiamento com recursos do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) será estendida também para aquisição de unidades que não são enquadradas no programa habitacional do governo federal.

A informação, divulgada pela Associação de Dirigentes de Vendas do Rio de Janeiro (Ademi/RJ), é da Caixa Econômica Federal (Cef) e antecipa em dois meses a intenção comentada pelo ministro do Trabalho, Carlos Lipi. Ao anunciar (01/10/2009) a elevação do teto para aquisição enquadrada no “Minha Casa”, o ministro disse que em dezembro próximo seria feita a reavaliação dos valores a serem financiados com os recursos do FGTS para os imóveis fora do programa habitacional.

Os novos tetos - Independente do enquadramento no programa habitacional do governo federal, em cidades com mais de 250 mil habitantes o valor do imóvel a ser financiado pelo FGTS subiu de R$ 80 mil para R$ 100 mil. Em municípios com mais de um milhão de habitantes, agora o financiamento do FGTS pode ser obtido para imóveis de até R$ 130 mil. Antes das novas regras, esse teto era válido somente nas capitais de São Paulo, do Rio de Janeiro e no Distrito Federal. A partir de janeiro de 2010, todas as capitais passarão a contar com o teto de R$ 130 mil, conforme decidiu o Conselho Curador do FGTS.

Em relação ao mesmo período de 2008 (R$ 31,3 bilhões de receita), entre janeiro a agosto de 2009 a arrecadação do FGTS cresceu 14,5% e alcançou R$ 35,9 bilhões. Quanto aos saques, nos oito primeiros meses de 2008 o volume total chegou a R$ 27 bilhões, e em 2009 a cifra superou R$ 32,9 billhões.

“Apesar disto, o fundo está superavitário em R$ 3 bilhões neste ano”, disse Lupi, por ocasião das declarações sobre elevação do teto de valor de imóveis com financiamento pelo FGTS.

Fontes: Ademi/RJ; Agência Brasil de Notícias.

Vai pintar sua casa? Estudo indica que moradores de casa azul ganham mais

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Se você está pensando em pintar a sua casa, considere a cor azul com mais carinho. Isso porque um estudo da empresa Sandtex Paints, do Reino Unido, divulgado no jornal Daily Telegraph, mostrou que as pessoas que vivem em uma casa pintada nessa cor são mais bem-sucedidas.

O levantamento foi feito com 3 mil proprietários de residências, e indicou que aqueles que vivem em casas azuis possuem o maior rendimento médio anual, de 38 mil libras, ou cerca de R$ 107 mil.

Além disso, 23% desses moradores já chegaram ao nível de diretoria na empresa na qual trabalham. Outros 31% ocupam cargos de gerência e a maioria possui ao menos três funcionários sob sua chefia.

Sucesso na vida pessoal
Mas o sucesso não ocorre apenas na vida financeira e profissional dessas pessoas. Segundo a pesquisa, o dono de uma casa azul está envolvido em um relacionamento duradouro, tem dois filhos e ao menos quatro amigos próximos.

Além disso, 14% usam parte da renda para pagar um pessoa para cozinhar quando há convidados na casa, 11% pagam alguém para limpar a casa regularmente e 8% têm uma babá para ajudar a cuidar dos filhos. Essas pessoas também costumam tirar 27 dias de férias por ano para viajar para lugares como Barbados ou Maldivas.

Outras cores
O levantamento também indicou o rendimento médio dos residentes de casas pintadas em outras cores, e quem vive em uma residência verde possui o menor ganho anual, de 13.100 libras ou cerca de R$ 36,9 mil.

Após o azul, as cores de maior sucesso são o vermelho e o branco. O rendimento médio anual nesses casos são de 23.500 libras e 23.400 libras ou R$ R$ 66,1 mil e R$ 65,9 mil, respectivamente.

Segundo afirmou a porta-voz da Sandtex Paints ao Daily Telegraph, Victoria Jones, os resultados mostram que as pessoas decoram suas casas conforme está a vida pessoal e profissional.

Na tabela abaixo, é possível verificar o rendimento médio dos moradores de cada casa, conforme a sua cor, convertido para reais, segundo cotação do Banco Central de 5 de outubro:

Cor Rendimento médio
Azul R$ 107 mil
Vermelho R$ 66,1 mil
Branco R$ 65,9 mil
Magnólia R$ 65 mil
Bege R$ 58,6 mil
Laranja R$ 56 mil
Roxo R$ 55,2 mil
Cinza R$ 53,5 mil
Amarelo R$ 52,1 mil
Marrom R$ 51,8 mil
Rosa R$ 40,8 mil
Verde R$ 36,9 mil

Fonte: InfoMoney

1 de outubro de 2009

Realejo promove bate-papo e autógrafos com Soninha Francine neste sábado, em Santos

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No próximo sábado, dia 3, a Realejo Livros recebe Soninha Francine para um rápido bate-papo com clientes da loja e leitores. Soninha vem a Santos para participar do lançamento da Rede Jovem Protagonista, que acontece na sexta-feira, dia 2, no SESC Santos (outras informações em http://www.nossavez.org.br/).

Soninha aproveita sua estadia na cidade para uma conversa informal em que falará sobre seu trabalho (atualmente ela é sub-prefeita do bairro da Lapa, em São Paulo e comentarista esportiva da ESPN Brasil). Ela também autografará seus livros.

A entrada é franca.

Serviço:
Soninha Francine na Realejo Livros
Data: Sábado, dia 03 de setembro, das 15h às 17h
Local: Realejo Livros. Av. Marechal Deodoro, nº 2. Tel. 3289-4935.

Fonte: Realejo Livros

30 de setembro de 2009

Noruega é modelo exemplar no uso dos recursos do petróleo

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O país criou um modelo exemplar de uso dos recursos do petróleo - o Brasil precisa estudá-lo com atenção.

Ainda faltam anos para que os poços do pré-sal comecem a produzir petróleo comercialmente, mas os parlamentares brasileiros já iniciaram a corrida do pires no Congresso. Alguns querem os recursos para a inclusão social dos pescadores artesanais. Outros acham que o dinheiro deve ser investido na assistência à agricultura familiar. Uma das emendas apresentadas pede uma parte do quinhão para uma renovação tecnológica das Forças Armadas. A bancada ruralista defende o uso de parte do dinheiro para a “redenção” do setor agropecuário nacional, o que quer que a palavra signifique no entendimento dos deputados, afinal de contas, em matéria de campo os produtores brasileiros estão entre os mais eficientes e bem-sucedidos do mundo.

O projeto que cria o chamado Fundo Social já recebeu mais de 90 emendas, e o número não deve parar por aí. Problemas que podem ser resolvidos com dinheiro não faltam em lugar nenhum do mundo, muito menos no Brasil. Mas, em vez de sonhar agora com a montanha de recursos do pré-sal — que ainda estão no fundo do oceano –, seria mais produtivo olhar para a experiência de outros países que encontraram grandes riquezas minerais. Os exemplos do que não deve ser feito são muitos. Vão da Nigéria, que permanece como um dos países mais pobres da África apesar das enormes reservas de petróleo, à Venezuela, do ditador estatizante Hugo Chávez. Se os congressistas de Brasília e todos os brasileiros quiserem saber como investir direito a bolada do tal “bilhete premiado”, existe um país essencial para estudar: a Noruega.

As diferenças entre os dois países não poderiam ser mais marcantes. A Noruega é um país pequeno. A população de 4,7 milhões de habitantes ocupa um território ligeiramente menor que o estado de Goiás. Os noruegueses ocupam rotineiramente as primeiras colocações do ranking de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas. Na edição mais recente, estavam na segunda colocação, atrás apenas dos islandeses. Já os brasileiros ocupam o 70o lugar entre os 177 países pesquisados. Mas existe uma semelhança fundamental entre os dois países: ambos descobriram vastas quantidades de petróleo e gás natural no fundo do mar. O achado norueguês aconteceu no começo dos anos 70, quando estudos geológicos do país haviam descartado a possibilidade. Desde então, a produção de petróleo já entrou em declínio: o ápice foi atingido em meados da década passada, embora as reservas de gás natural ainda durem muitas décadas. Mas o modelo desenhado pelo governo norueguês para investir os recursos da riqueza mineral é considerado um exemplo mundial. Com respeito às regras, transparência e eficiência nos investimentos, o Fundo de Pensão do Governo tem tudo para manter por gerações o bem-estar desfrutado pelos noruegueses. “O fundo mudou o patamar de nossa economia”, diz Kjetil Hove, diretor-geral da unidade brasileira da StatoilHydro, a estatal norueguesa de petróleo.

O primeiro aspecto do FPG que merece destaque é a competência de seus administradores. No início da década, o fundo tinha recursos de cerca de 50 bilhões de dólares. Na metade deste ano, havia atingido 400 bilhões de dólares, montante quase equivalente ao PIB do país. Esse resultado formidável se deve a um misto de políticas rígidas de governança, independência e transparência. Apesar do nome, o fundo do petróleo não tem como única missão garantir a previdência social do país. O FPG é um fundo soberano que cumpre muitas funções.

Uma das principais delas, paradoxalmente, é proteger o país da maldição do petróleo. “A ideia é que o petróleo que jorra no mar nunca chegue à costa“, disse numa entrevista recente o gestor do FPG, Yngve Slyngstad. “Quando olhamos para a história, a maioria dos países que receberam uma bolada graças aos recursos naturais acabou sendo prejudicada de um jeito ou de outro.

Fonte: Sérgio Teixeira Jr - Revista Exame - 17/09/2009

29 de setembro de 2009

Construção civil registra recorde de contratações

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A construção civil abriu 45 mil postos de trabalho com carteira assinada em todo o País no mês passado. O resultado foi recorde no setor desde dezembro de 2000, e 23% maior que as 36,5 mil contratações feitas em julho, segundo levantamento divulgado ontem pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a FGV Projetos.
Com isso, a construção contabilizou 2,26 milhões de empregados formais em agosto, com aumento de 2,03% sobre o estoque do mês de julho. No ano, a alta chega a 8,44%, o que representa 176 mil novos postos de trabalho em relação a dezembro de 2008.

Os números, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostram que as construtoras não só recuperaram as 109 mil vagas fechadas em novembro e dezembro de 2008, auge da crise financeira mundial, como já superaram em mais de 66,9 mil postos o nível de emprego recorde apurado em outubro do ano passado.

O desempenho em agosto surpreendeu. “Esperávamos recuo no emprego no segundo semestre pela redução de lançamentos imobiliários no início do ano”, diz o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe. Para ele, os novos números tornam otimista a perspectiva das empresas do setor neste ano.

O presidente do SindusCon-SP ressalta que o saldo recorde de emprego em agosto reflete o fortalecimento de todos os segmentos da construção civil. Segundo ele, o mais aquecido é o imobiliário, graças aos incentivos do programa de habitação popular Minha Casa, Minha Vida e à retomada da confiança dos consumidores.

Além disso, acrescenta o presidente do SindusCon, as obras públicas estão sendo aceleradas pela necessidade de os governos estaduais consumirem seus orçamentos antes das eleições de 2010. “As empresas começaram a retomar projetos de expansão adiados pela crise internacional”, diz Watanabe.

A retomada do emprego ocorre num momento de escassez na oferta de profissionais especializados de construção civil, como pedreiros, carpinteiros e armadores.

A solução tem sido contratar profissionais que estão no setor informal ou trabalhadores não especializados para serem qualificados no próprio canteiro de obra, segundo o vice-presidente de Relações Capital Trabalho do Sinduscon-SP, Haruo Ishikawa.

O ritmo de expansão do mercado deve se acelerar nos próximos meses. Com forte atuação no setor imobiliário, o escritório Mello, Dalbus e Rached Advogados cuida atualmente de projetos que devem se transformar em lançamentos com valor de vendas da ordem R$ 1 bilhão. No primeiro semestre, passaram pelo escritórios projetos com valor de venda em torno de R$ 300 milhões.

“É um indicador que há muitas coisas acontecendo no mercado”, diz Rodrigo Mello, sócio do escritório.

Fonte: Agência Estado

Otimismo volta ao Mercado Imobiliário depois da crise

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A crise financeira mundial começa a dar trégua. Pelo menos, essa é a sensação do mercado imobiliário, que dá sinais de reaquecimento. De acordo com a 40ª Sondagem Nacional da Indústria da Construção, de maio para agosto, aumentou em 43,1% a percepção favorável dos empresários do setor sobre o crescimento econômico do país em 2009. Na pesquisa, as empresas demonstraram otimismo em relação ao seu desempenho atual e dos próximos meses.

“No primeiro semestre, sentimos uma retração no mercado. Os clientes estavam com medo da crise e seguraram os investimentos. Mas agora há uma retomada dos investimentos, trazendo de volta os patamares do primeiro semestre de 2008″, disse Rafael Motta Duarte, sócio-diretor da Percepttiva Comunicação, que presta consultoria de marketing imobiliário para construtoras como Wrobel e Agra, MDL, Cyrela e Zayd.

Fonte: Jornal Extra

25 de setembro de 2009

Apenas 139 construções brasileiras procuraram status “verde” desde 2004

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SÃO PAULO - A certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), que confere o status de green building, garante uma valorização de 20% aos imóveis, sendo procurada, principalmente, por construções AA.

Desde 2004, entretanto, apenas 139 construções brasileiras procuraram a Leed, sendo que 66% desse total nos últimos dois anos. A procura no País cresce, mas se mostra insuficiente. Em todo o mundo, 100 mil construções já iniciaram o processo de certificação, segundo dados do Green Buinding Council Brasil, instituição que congrega empresas e profissionais que trabalham em prol da disseminação da certificação Leed e de outras práticas ecologicamente corretas.

“A tendência é que o número aumente com a extensão das normas às construções preexistentes, que estamos disseminando pelo chamado Leed for existing buildings: operations and maintenance ou Leed Ebom. Afinal, as construções preexistentes representam 98% do total”, afirma Fernando Sodré, diretor da rede de serviços de limpeza Limpidus e membro do Green Building Councial Brasil“.

Pré-requisitos
Para obter o certificado, alguns requisitos são comuns tanto aos prédios em construção quanto aos preexistentes. São eles: uso adequado de energia e de água, de produtos que não ferem ou ferem menos o meio ambiente, de práticas de limpeza também sustentáveis, da instituição de políticas de compras sustentáveis, do gerenciamento de resíduos e do monitoramento contínuo da qualidade ambiental de anteriores. A boa notícia é que nem todas essas iniciativas custam caro.

Além disso, as práticas de limpeza sustentáveis também favorecem os frequentadores do imóvel, uma vez que muitos problemas respiratórios são causados pela volatilização de substâncias tóxicas provenientes de produtos químicos de materiais de limpeza não-adequados, segundo explicação de Sodré.

“Cerca de 30% dos pontos necessários para a obtenção da certificação de Green Building podem ser obtidos apenas com os serviços de limpeza. Basta que a empresa implante um programa de GreenCleaning, cujo custo é praticamente o mesmo de um serviço de limpeza convencional, e que os procedimentos adotados atendam às normas da Leed”, completa Sodré.

Fonte: Karin Sato

24 de setembro de 2009

Cidades da Baixada apresentam particularidades no mercado imobiliário

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Cada cidade na região da Baixada Santista apresenta particularidades no seu perfil de mercado imobiliário.

Santos é bastante urbanizada e recebe mais lançamentos voltados para classe média e classe média alta, com dois ou três dormitórios e muitos condomínios-clube”, especifica Domingos Nini de Oliveira, diretor do Secovi-SP (sindicato de administradoras e imobiliárias) na Baixada Santista.

A expectativa de Bechara Abdalla Neves, secretário de Planejamento do município, é que só a Petrobras leve 6.000 trabalhadores para morar na cidade. “Isso deve gerar mais 20 mil empregos indiretos. É preciso infraestutura para receber essas pessoas”.

O município está revisando seu Plano Diretor. “Antes, Santos era interessante por causa do porto e do turismo, mas, com a possibilidade de explorar energia, teremos que pensar muito bem o uso do solo da cidade”, arremata.

Na Praia Grande, além de “empreendimentos também voltados para a classe média”, há alternativas “mais compactas e econômicas”, observa Oliveira, do Secovi-SP. “O interessante é que um bairro periférico ali fica a 1,5 km da praia”.

No Guarujá, ele aponta lançamentos de dois ou de três dormitórios para veraneio como as principais opções.

“Em geral, a escolha é por imóveis que não estejam muito longe da praia”, caracteriza.
“O Guarujá ainda é muito voltado para turistas, a maioria das unidades vendidas lá é para segundo imóvel”, diferencia Feliciano Giachetta, da FGi Negócios Imobiliários.

Já São Vicente é uma aposta de crescimento. “Lá, a verticalização ainda não é muito forte”, explica o diretor do Secovi-SP.

“A cidade ficou muito tempo sem lançamentos. Ali há demanda por unidades compactas, com plantas atualizadas e vagas de garagem, que os prédios mais antigos não oferecem”, argumenta Gil Vasconcelos, superintendente de incorporação da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário.

Naquele município, as unidades da empresa possuem de 50 m2 a 85 m2 e custam de R$ 160 mil a R$ 280 mil.

Ponta da Praia

Em se tratando dessas quatro cidades, nenhuma região mudou mais do que a Ponta da Praia, em Santos. Divisa com o Guarujá, o bairro, que antes abrigava galpões e dispunha de terrenos livres, hoje dá espaço a condomínios-clube.

“A Ponta da Praia era um local menos nobre do que hoje, mas que, com os bons lançamentos, está se consolidando”, afirma Paola Alambert, diretora da Abyara Brokers.

A área também recebe lançamento da Rossi. “É um empreendimento de alto padrão, com vista para o canal. É opção de moradia para o público da região”, explica Klausner Monteiro, diretor da empresa. As unidades têm 189 m2 e são vendidas a R$ 800 mil.

Fonte: MARIANA DESIMONE

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